Biquinis & Moda Praia
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O Mercado de Biquínis Brasileiros
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A moda praia é um segmento diferenciado do setor de confecções no Brasil com grande potencial para exportação. O segmento é formado por 700 empresas formais que produzem cerca de 250 milhões de peças por ano, faturando US$1,2 bilhão. O setor de moda praia, como o de confecções em geral, é marcado pela presença de micro, pequenas e médias empresas.

De acordo com informações do IEMI (2006), as pequenas empresas correspondiam em 2005, 70% das confecções instaladas no Brasil, respondendo pelo emprego de 19,6% do contingente de trabalhadores empregados nesta atividade e 11,7% da produção medida em peças produzidas. O número de empresas médias equivalia a 26,7% das unidades, empregando 49,2% da mão-de-obra e contribuindo com 46% da produção.

A grande proporção de pequenas empresas é explicada pelas baixas barreiras à entrada do setor decorrente do baixo custo de montar uma pequena confecção. Muitas dessas confecções são abertas na informalidade, algo bastante comum no setor e é verificado em diversos níveis como: ausência de registro das empresas e da mão-de-obra ou subfaturamento e/ou não declaração de receitas. Com isto, uma grande parcela das empresas podem ser vistas mais como sobreviventes do que como empresas dinâmicas capazes de competir no mercado internacional. Mas para o setor em geral, o potencial para exportação existe, sobretudo, na demanda mundial de nossos biquínis. Mas como se formou esta demanda? Diversas revistas de moda internacionais destacam os biquínis brasileiros em suas reportagens. Segundo a revista de moda italiana “The Best of Intima”, o país possui uma beleza nacional, não só em sua geografia, mas também nos corpos que desfilam em seu extenso litoral. Esta beleza, em parte fruto de uma grande miscigenação, em parte cultuada e buscada através de academias de ginástica e cirurgias plásticas, tornou-se uma “identidade nacional”, sob a qual se construiu uma forte imagem do Brasil no mundo.

Dentro dessa revista, o Brasil é nominado como um “country-label” (Brasil estaria para moda praia, assim como a França estaria para os perfumes). Mas como o país tornou-se isso? Através de um “sex-appeal”, que poderia ser entendido pela soma de fatores como a sensualidade, tolerância com as diferenças e o jeito despojado de ser (“jeitinho brasileiro”).. Isto tudo poderia ainda ser descrito como estilo de vida brasileiro (fortemente puxado pelo estilo “carioca” pela cidade do Rio de Janeiro que é a grande lançadora de tendências em moda praia, nela grande parte da população jovem cultua a busca pelo corpo ideal imposto pela sociedade num geral).

Aliado ao fato de terem sido as mulheres brasileiras as grandes consumidoras de biquínis, inclusive criando modelos e adaptando lingeries, este sex-appeal não só da beleza, mas também da alegria e da ginga brasileira. Isso foi divulgado ao mundo e é mantido constantemente através de inúmeros e notórios embaixadores como a própria seleção de futebol e de artistas como Carlinhos Brown.

Na verdade, segundo a revista, o Brasil já era um lançador de tendências quando profissionais do mundo da moda começaram a pensar em explorar suas características comercialmente para vender produtos. Para a moda, até então, o país era tido como um grande reservatório onde por vezes estilistas e agências vinham buscar novos talentos, nascidos das ricas misturas de raças aqui encontradas, que permitiam encontrar traços europeus aliados ao inconfundível “swing” brasileiro, a exemplos de Gisele Bundchen, Mariana Weickert, Isabelli Fontana, Carol Trentini, etc. O Brasil é nitidamente tido como formador de tendências no mundo da moda praia, não é difícil reconhecer a “Brazilian Influence” neste setor.

Copiam não apenas os cortes, mas há casos em que até o nome “Brazil” ou “Brazilian” é incorporado à marcas estrangeiras. Mas além das marcas internacionais que estão interpretando e adaptando as influências brasileiras aos gostos de cada mercado, há sinais de que as mudanças e/ou adaptações nos modelos estão cada vez menores, o que nos faz crer que os gostos internacionais estão aos poucos convergindo para o nosso estilo.

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